Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Fábulas

Fábulas

Carro novo, snif...

Hoje quando cheguei a casa tinha o meu marido à espera para irmos entregar o meu carrinho ao senhor que ficou com ele porque amanhã chega o novo e este tinha de ser entregue hoje porque amanhã já não terá seguro.
Eu já sabia que o "novo" estava para chegar, mas mesmo assim senti um baque...
O meu velho UNO, companheiro de tantos anos e de tantos quilómetros... O meu carrinho que se portou sempre bem, nunca teve um furo, nunca me deixou a pé...
Senti-me como que a traí-lo! Mas consegui alguém que ficou com ele e não o dei para abate. Isso é que eu não fazia ao meu carrito!
E pronto, hoje estou "neura" por ir ter um carro novo!
Será que sou normal?
Ou o meu marido tem razão quando diz: "tu és uma tolinha!"
Eu sei que se fossem todos como eu o mercado ia à falência, o parque automóvel seria uma desgraça, mas eu sou assim e pronto!! Já não há nada a fazer...

Ter que/Ter de

O título do filme em português é "Alguém tem que ceder" e não "tem de" como estaria correcto. Esta é uma dúvida que tenho com frequência porque agora deu a mania a toda a gente de dizer "tenho que" em vez de "tenho de". Mas, como eu sou teimosa, procurei até achar a solução! E achei num velhinho (de 1991) "Falar melhor, escrever melhor". Cá fica a explicação grátis para todos:
« Verifica-se actualmente a tendência para omitir a construção ter de, substituindo-a, erradamente, por ter que. As duas expressões são distintas. Ter que emprega-se em frases como tenho que fazer, que é elíptica, por tenho alguma coisa que fazer, onde o que é um pronome relativo cujo antecedente é, clara ou ocultamente, coisa. Ter de emprega-se em frases como tenho de fazer alguma coisa, que é também elíptica, por tenho necessidade de fazer alguma coisa, onde o de é uma preposição que precede o substantivo verbal fazer.»
Confusos?? Então um exemplo prático:
«Tenho que comer» significa
«Tenho alguma coisa para comer».
«Tenho de comer» , significa, «Tenho necessidade de comer alguma coisa»Entendido? Gostava que os tradutores de livros e os jornalistas lessem isto, pois são eles que lançam a confusão...

Homens e mulheres

Como os homens se vêem ao espelho!


Como as mulheres se vêem ao espelho...

E eu acrescento: mulheres, ganhem juízo!! Os homens a sério não reparam num pneuzinho a mais, até gostam...
Como diz a minha mãe "Quem gosta de ossos são os cães"
Claro que devemos cuidar da nossa aparência ( se não gostarmos de nós, quem gostará?) mas sem cair em exageros!

O NOSSO 25 de Abril

Dedicado ao meu marido, o meu melhor amigo, neste "nosso" 25 de Abril...

Você é assim,
um sonho p´ra mim
e quando eu não te vejo
eu penso em você
desde o amanhecer
até quando eu me deito

Eu gosto de você
e gosto de ficar com você
meu riso é tão feliz contigo
o meu melhor amigo é o meu amor

E a gente canta
e a gente dança
e a gente não se cansa
de ser criança
da gente brincar
da nossa velha infância

Seus olhos meu clarão
me guiam dentro da escuridão
seus pés me abrem o caminho
eu sigo e nunca me sinto só

Você é assim um sonho p´ra mim
quero-te encher de beijos
eu penso em você
desde o amanhecer
até quando eu me deito

Eu gosto de você
e gosto de ficar com você
meu riso é tão feliz contigo
o meu melhor amigo é o meu amor

E a gente canta
e a gente dança
e a gente não se cansa
de ser criança
da gente brincar
da nossa velha infância

Seus olhos meu clarão
me guiam dentro da escuridão
seus pés me abrem o caminho
eu sigo e nunca me sinto só

Você é assim
é um sonho pra mim

Tribalistas, numa das minhas canções favoritas

Abril com "R"

Hoje recebi este poema por mail, de uma colega... Nem de encomenda!

Trinta anos depois querem tirar o r
se puderem vai a cedilha e o til
trinta anos depois alguém que berre
r de revolução r de Abril
r até de porra r vezes dois
r de renascer trinta anos depois

Trinta anos depois ainda nos resta
da liberdade o l mas qualquer dia
democracia fica sem o d.
Alguém que faça um f para a festa
alguém que venha perguntar porquê
e traga um grande p de poesia.

Trinta anos depois a vida é tua
agarra as letras todas e com elas
escreve a palavra amor (onde somos sempre dois)
escreve a palavra amor em cada rua
e então verás de novo as caravelas
a passar por aqui: trinta anos depois.

Manuel Alegre

Nova Canção

Uma vez que este ano em vez de "Revolução" vamos ter uma "EVOLUÇÃO" no nosso "25 de ABIL" eu proponho que nós cantemos esta nova versão que aqui vos deixo da carismática "Grândola Vila Morena" !

Gândola Vila Moena

Gândola, vila moena
Tea da fatenidade
O povo é quem mais odena
Dento de ti, ó cidade

Dento de ti, ó cidade
O povo é quem mais odena
Tea da fatenidade
Gândola, vila moena

Em cada esquina um amigo
Em cada osto igualdade
Gândola, vila moena
Tea da fatenidade

Tea da fatenidade
Gândola, vila moena
Em cada osto igualdade
O povo é quem mais odena

À somba duma azinheia
Que já não sabia a idade
Juei te po companheia
Gândola a tua vontade

Gândola a tua vontade
Juei te por companheia
À somba duma azinheia
Que já não sabia a idade

AQUELA LUZ


Que é feito da luz que brilhava
dentro de ti
fervor íntimo e secreto
voo de ave iminente
onda a formar-se no mar

Que é feito dessa luz que desfiava
as sombras
e iluminava o sorriso
e lançava reflexos irisados
no teu olhar

Que ventos de tempestade a extinguiram
que neblinas
pesadelos
que sombras asfixiaram
essa luz

Olho o teu rosto apagado
já nem os sonhos brilham
no teu olhar opaco
Como se perdeu a luz que brilhava
dentro de ti?

Paula Margarida Pinho, 2003

Finalmente...aulas!!

E pronto!
Para sossego de milhares de pais e mães desesperados, recomeçaram hoje as aulas...
Sempre que há umas férias aparecem na televisão uns senhores das associações de pais muito queixosos porque, ó da guarda, onde é que vou deixar agora os meus rebentos???
Eu sempre estranhei muito isto porque, quando as crianças entram finalmente na escola, já têm pelo menos cinco aninhos de vida.
E eu pergunto: onde deixaram os papás as crianças durante esses cinco ou seis anos??? (Tanto quanto sei a licença de parto ainda não dura tanto tempo!).
Não estou a desvalorizar os problemas que os pais têm actualmente quando trabalham e não têm onde deixar os filhos, só acho que esse problema pode e deve ser resolvido assim que as crianças entram para a escola. Nessa altura as pessoas arranjam alternativas para os dias em que não há aulas que são válidas para toda ou quase toda a escolaridade dos filhos...
Mas, sempre por estas alturas aparecem na televisão uns "seres pensantes" muito queixosos.
Na semana passada, no programa "Prós e Contras" estava um senhor que acho que se chamava Carvalho a propôr que as escolas tivessem actividades de férias para que as crianças lá pudessem ficar.
E eu queria perguntar a esse senhor (pode ser que ele leia o meu blog...) se ele também gostava de passar as férias dele no seu local de trabalho!! E o local de trabalho dele até é bem capaz de ser um local aprazível, com empregadas a servirem o cafezinho e tudo!
Será que ele imagina como são as instalações da maior parte das escolas do 1.º ciclo??
Será que ele sabe que nos dias de chuva as crianças têm um reles telheiro ventoso para lanchar e brincar?
E que há escolas que nem isso têm?
Que não há outras salas para além das salas de aula?
Que não há espaços de lazer além de recreios poeirentos ou lamaçais (dependendo do estado do tempo)?
Que a maior parte do tempo lectivo a escola não tem auxiliar?
Que a maior parte das escolas nem auxiliar tem?
Que... que... que...
Quando esses senhores souberem alguma coisa, então convidem-nos para ir à televisão!
Irra!!

Poema

(quase) Toda a gente publica poemas e eu... népias.
Então hoje recebi um poema por mail e resolvi publicá-lo.
Não sei quem é o autor, mas não faz mal...
Fosse lá quem fosse tinha muita imaginação.
Espero que se divirtam tanto a lê-lo com eu me diverti!!

O CUME

No alto daquele cume
Plantei uma roseira
O vento no cume bate
A rosa no cume cheira.
Quando vem a chuva fina
Salpicos no cume caem
Formigas no cume entram
Abelhas do cume saem.
Quando cai a chuva grossa
A água do cume desce
O barro do cume escorre
O mato no cume cresce.
Quando cessa a chuva
No cume volta a alegria
Pois torna a brilhar de novo
O sol que no cume ardia!

Pág. 1/3

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2009
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2008
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2007
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2006
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2005
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2004
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D