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Fábulas

Fábulas

Restauração

Tenho de há muitos anos um tique que é ligar a televisão mal acorde ou mal chegue a casa, embora normalmente nem fique a ver...

Mas, ultimamente, ligo a televisão com um desejo secreto: ouvir a notícia de que o governo caiu!
Hoje, o meu desejo concretizou-se!!

O dia da Restauração da Independência este ano chegou mais cedo!
Em vez de ir um Miguel de Vasconcelos pela janela fora, foi um governo inteiro... Iupiiiiiiiiii!

Já tenho pantufas...


Museu do Pão (do lado esquerdo a esplanada)

No sábado lá fui eu (e mais seis!) comprar os meus chinelos...
Fomos almoçar a Seia ao restaurante do Museu do Pão. O restaurante é lindo e é óptimo para gente que goste muito de comer (eu como pouco, dou um lucro enorme a este tipo de restaurantes...). As entradas e as sobremesas são à discrição e a variedade de escolha é enorme.
No restaurante tudo é feito de pão, desde a ementa, aos candeeiros, até à caixinha que traz a conta!

Quem não quiser almoçar tem a opção de um lindo café numa sala com uma biblioteca também ela dedicada ao pão. A paisagem que se avista da esplanada é linda!! Depois há imensas variedades de pão que as pessoas podem escolher... É um paraíso para quem adora pão.

A visita ao Museu também é muito interessante e se forem num dia de semana até têm direito a amassar uns pãezinhos. É giríssimo para toda a gente, mas quem tiver filhos pequenos tem garantida uma hora muito didáctica e muito bem passada!

Com a tarde já ia adiantada e nem havia neve na serra resolvemos ir só até ao Sabugueiro àquelas lojas que por lá proliferam.
E pronto, lá se cumpriu o objectivo da visita! Só que resolvi comprar antes umas pantufas... Lá para a Primavera volto para comprar os chinelos!!

O meu marido...

O meu marido não me manda flores... (mas é capaz de me trazer uma rosa amarela do quintal, lá para finais de Dezembro, quando andar a podar e por lá encontrar uma esquecida).

O meu marido não me chama "amor", nem "querida", muito menos "fofa" ou "filha"... (mas chama-me pelo meu nome ou diminutivo de uma maneira especial e inconfundível).

O meu marido não me dá jóias caras... (mas oferece-me um carinho enorme, um olhar especial e uma disponibilidade sem limites, sempre).

O meu marido às vezes vai a jantares de amigos ou colegas, mas diz sempre que preferia jantar comigo... (e eu sei que é verdade).

O meu marido quando precisa de ir a algum lado, seja lá onde for, prefere a minha companhia à de qualquer outra pessoa... ( e eu também).

Todas as mulheres têm uma "melhor amiga", de quem nada escondem. Eu também tenho algumas boas amigas, mas a melhor de todas... é o meu marido.

O meu marido faz anos hoje.
Como ainda não lhe comprei nada, vou oferecer-lhe esta prenda e dizer-lhe "amo-te" (ele sabe, mas não faz mal nenhum dizer-lhe outra vez...)

TPC

Este fim de semana houve greve aos TPC.
Como eu não fui avisada atempadamente, passei "deveres" aos meus melguinhas.
E eles fizeram!
Agora tenho uma turma de fura greves!!
E o pior de tudo é que eu sou contra os "trabalhos de casa".
Mas que hei-de fazer se os garotos pedem?? Não tenho culpa de serem masoquistas... Isto para não falar nas mãezinhas. Descia logo na consideração de toda a gente se não passasse os famosos TPC!

Eu tenho o cuidado de mandar muito pouco trabalho, normalmente com a intenção de darem uma espreitadela no caderno, não gastando com isso mais de 30 minutos, o que não faz mal nenhum a ninguém.
Porém, muitos dos meus colegas do 2.º e 3.º ciclos "esquecem-se" que os alunos têm mais disciplinas e alguns passam trabalhos sem se lembrar que os outros professores também passaram.
E o resultado são crianças e adolescentes às vezes sem tempo sequer para brincar.

Outra coisa muito "in" é mandar os miúdos "pesquisar".
Resultado: ou têm net em casa e lá põem o pai ou a mãe às tantas da noite a pesquisar por eles, ou não têm e depois são discriminados...
(Outra alternativa é irem ter com a ex-professora do 1.º ciclo para os ajudar na "pesquisa").

Sem chinelos, snif!

Hoje, com este lindo solzinho, em vez de passear, resolvi dedicar-me à agricultura...
Ao fim de uma hora já tinha desistido, mas foi o suficiente para estar aqui cheia de dores nas "cruzes" e com as minhas mãos de princesa-trocada-na-maternidade num estado lastimoso!!
Como se isto não bastasse, ainda fui para o quintal de chinelos! Resultado: chinelos molhados e sujos (além dos pés também molhados o que deve ser óptimo para ajudar a curar a constipação!).
Para acrescentar à festa, da última vez que me deu um "ataque de limpeza" sumi com o calçado todo. Agora, sem nada para calçar tive de assaltar os chinelos do marido que, por enquanto, ainda não deu pela falta deles!

Como só gosto dos chinelos da Serra da Estrela comprados "in loco" (mesmo que tenham sido fabricados na China), lá vou ter de ir comprar uns! Que pena!
Amanhã não vai dar, portanto já tenho programa para o próximo fim de semana!

Teatrinho

A cena passa-se na sede de uma Associação.
Personagens: personagem 1 e personagem 2

Personagem 1 (entra na sala para pagar a quota)
- Passo o cheque à ordem de quem?

Personagem 2
- À ordem da Associação (......)

Personagem 1, pegando no cheque e na caneta
- Associação escreve-se como?

Personagem 2 (ligeiramente espantado)
- Com dois "ss"!

Personagem 1 (em sérias dificuldades)
- Com dois "ss" onde?

Personagem 2 (já completamente estarrecido)
- Primeiro com dois "ss", depois com "c i" e depois com "c cedilhado"

E lá foi passado o cheque...
Quando o personagem 1 se vai embora, o personagem 2 não resiste a ir ver-lhe a ficha de inscrição.
Profissão do personagem 1: professor de Educação Física!

(e depois eu é que sou má!!!)

Perguntas difíceis

Dois serões a vegetar à lareira, enquanto curtia a minha constipação, e sem ânimo para mais nada a não ser de vez em quando "clicar" no comando da televisão, deu no que deu: lá acabei eu, na segunda-feira por ver a famosa "Quinta das celebridades".
Claro que já tinha dado uma vista de olhos, e até sei os nomes de alguns "célebres" que lá moram pois não há revista que não os traga escarrapachados na capa, mas ver assim durante um bocado, isso nunca tinha visto! Ainda é pior do que eu imaginava!!

O que o dinheiro (ou melhor, a falta dele) obriga as pessoas a fazer!
Realmente! Vendem-se por meia dúzia de patacos. Expõem-se, mostram o que realmente são: uns desocupados, mal formados e malcriados.
Mas o que me preocupa ainda mais é que haja tanta gente a ver aquilo, principalmente se forem crianças...
Imaginem o/a vosso/a filho/a a perguntar-vos "Ó mãe (ou pai), o conde é um homem ou uma mulher?"
Alguém sabia responder???


Acácio Lucas

Quando o filho tinha cerca de 2 anos de idade, o sr. Acácio descobriu que ele tinha um problema grave: uma deficiência mental.
Em vez de desanimar, desistir, ou atirar as culpas para o destino, resolveu pôr mãos à obra para ajudar o filho e outros como ele.
Em 1990 fez nascer a APPACDM de Anadia.

Hoje é um complexo enorme, com uma quinta onde se cultivam os produtos que consomem, com piscina aquecida, com uma residência-lar para adultos deficientes...
Possui também um picadeiro e cavalos para hipoterapia.

Têm o apoio de inúmeros profissionais mas são os seus utentes quem mais trabalha para o manterem assim, um local muito bonito e agradável.

O sr. Acácio está vaidoso e orgulha-se da sua obra: tem bons motivos para isso!
Pena que não haja mais pessoas assim!

Lenda de S. Martinho

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Antes de baptizado e convertido ao Cristianismo, S. Martinho foi na mocidade soldado das legiões do Imperador Juliano.
Certo dia, sob o vendaval e a neve, equipado e armado, montado a cavalo, Martinho viu um mendigo semi-nu, tiritando de frio, estendendo para ele a sua pobre mão ossuda e gelada.
O Santo parou o cavalo, tomou com caridade a mão desse abandonado e, em seguida, tomou da espada, cortou pelo meio a sua capa de agasalho, deu metade dela a esse miserável peregrino e, envolto na outra metade, sacudiu a rédea e prosseguiu através da tormenta, do vento e da neve.
Subitamente, porém, no caminho do soldado, a tempestade desfez-se, amainou o tufão e a geada, o céu descobriu instantaneamente, como por encanto, a sua profundidade límpida e azul, e um sol acariciante e resplandecente inundou a terra de alegria e vestiu de luz e calor esse cavaleiro caridoso.
Deus, reconhecido, para que não se apagasse da memória dos homens a notícia deste acto de bondade, praticado por um dos seus eleitos, dispôs que em cada ano, na mesma época em que S. Martinho se desfez da metade da capa, por alguns dias se interrompesse o Inverno, cessasse o frio, sorrisse o céu e a terra, e um calor saudasse a natureza, sempre insensível à vontade dos homens, em memória daquele que, em certo dia, humilde soldado, trotando a sós por um caminho, desafiou e venceu a fúria insuperável dos elementos.

Lenda copiada daqui

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