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Fábulas

Fábulas

Eduardo Sá(betudo)

Não sei se gosto ou não de Eduardo Sá, o mais mediático dos psicólogos.
O homem tem tempo para acumular uma data de empregos: é psicólogo, psicanalista, professor (em Coimbra e em Lisboa!), é cronista, faz programas de televisão, é escritor...
Ah, e nas horas vagas ainda participa em debates sobre educação!!

O programa que ele faz na SIC, "livro de reclamações" seria interessante se não fossem apenas entrevistadas uma classe de crianças que até são a minoria...
E também ajudaria se ele não falasse com aquele tom de voz "sou tããããããão bonzinho".

As suas crónicas na Notícias Magazine às vezes são boas, às vezes são más e às vezes não sei se são boas ou más porque não as compreendo.

Num destes domingos ele escrevia sobre aquela bebé de Penafiel que foi raptada na maternidade.
Dizia ele que a criança, depois de tudo o que se passou, devia ser dada para adopção.
E porquê?
Porque os pais têm o azar de ser pobres...

Thinking Blogger


Pronto, desta vez calhou-me a mim!
Já andei por aí a espalhar o vírus, mas ainda não expliquei aos "apanhados" em que é que os tinha metido (a esta hora devem estar a pensar que não bato bem, o que nem é de todo mentira!)
Senti-me muito vaidosa por a Emiéle ter considerado que o meu blog a faz pensar. Não disse pensar em quê, mas pensar, seja o que for, já é bom!
Mas o que é um blog "que faz pensar"?
Até agora a melhor definição que li foi a da Rosarinho, a caixa da padaria da Didas.
Diz ela que «o critério devia ter sido definido de forma mais específica, fazer pensar é uma cena muito vaga.
Há, por exemplo, blogs, que me fazem pensar - "Boa porcaria, sim senhora!" - há outros que me fazem pensar - "Como é que este(a) gajo(a) conseguiu aprender a ligar o computador?". Há ainda aqueles que me fazem pensar - "Este(a) gajo(a) devia ser uma seca tão grande que os amigos o(a) mandaram pastar e teve que abrir um blog!"»
Mas, deixemo-nos de entretantos e vamos aos finalmente:
AFlores, porque escreve muito bem e é um gajo do Porto.
Ana Cristina, porque é uma professora às direitas.
Paula, porque tem um excelente blog, daqueles que eu gosto mesmo de ler.
José António, outro professor que escreve bem.
Santos Passos porque é um verdadeiro escritor, não é um mero "bloguista".
Agora meninos e meninas, copiem este "selo" para o vosso blog e escolham as próximas vítimas!

25 de Abril - Dia dos namorados

cravo.jpg

25 de Abril... de 1975


O dia estava lindo, quente e cheio de sol!
As pessoas andavam com um brilhozinho especial nos olhos: afinal era a primeira vez que se podia votar livremente!
Por volta das 3 da tarde fui levar o lanche ao meu pai, que estava numa assembleia de voto.
Como eram as primeiras eleições era tudo tão a rigor que as pessoas não saíam lá de dentro nem para comer...
O cuidado era tanto que não me deixaram entrar com o lanche: dei a um senhor que depois o foi entregar, frustando assim a minha tentativa de ver como eram as eleições por dentro...
No caminho de volta a casa encontrei o meu grupinho de amigas e resolvemos ir comer um gelado ao café onde costumávamos ir, no centro da vila.

Nisto passa um carro com um rapaz conhecido de uma delas.
Ele parou, ela apresentou o resto do grupo e fomos todos ao café.
Chegados lá, eu desisti do gelado e resolvi pedir uma Coca-Cola.
Gelado era coisa de crianças e eu, com os meus 15 aninhos, não queria parecer uma criança à frente do rapaz, que era mais velho.
(O que não teria nada de mais não fora o facto de eu não gostar de Coca-Cola!)

Ele trazia ao peito um enorme "pin" do PS, era lindo, charmoso, com um enorme sentido de humor (embora um bocadinho arrogante para o meu gosto, que estava habituada a lidar com "meninos" da minha idade).
Já era noite quando se foi embora, sem data marcada para voltar.
Voltou no 1.º de Maio e também nos encontrámos na rua e também fomos ao mesmo café... (não sei o que bebi, mas não foi Coca-Cola!)

E foi assim...
Desde esse dia nunca mais nos separámos.
Acho que posso acabar esta história como costumam acabar as de contos de fadas de que tanto gosto:
casaram, tiveram muitos meninos (dois, pronto, não pode ser tudo igualzinho) e... viveram felizes para sempre!

PS: por isso hoje é o meu "dia dos namorados" e não devo estar em casa pois pretendemos sair para festejar...

Este texto foi "repescado". Pensava eu que o tinha escrito no ano passado mas afinal já foi há 2 anos.
Percebeste agora Emiéle porque tinha de dar uma prenda especial ao Saltapocinhos??

Conta-me como foi...


Acabei de ver na RTP1 o primeiro episódio desta série e achei excelente!
Ainda por cima o "herói" tinha, tal como eu, 8 ou 9 anos em 1968 e, também como eu, uma imaginação fértil.
Revejo-me em muitas coisas: lembro-me daquelas roupas, das expressões usadas, do valor do dinheiro, do padre que manipula...
Lembro-me também da ansiedade à volta do Festival da Canção, que eu via em casa da Clara, a minha melhor e inseparável amiga.
E lembro-me daquele Festival, em que ganhou o Carlos Mendes!
Resumindo: adorei!
Agora só fico à espera que a RTP não a assassine, mudando-a de hora ou de dia de transmissão, como faz tantas vezes com tão bons programas que acabam por se "perder".

Rua assassina...

... é a minha rua.
Estreita, sem luz e sem passeios.
Também não há luz nos cruzamentos, nem na ponte, nem sequer na ponte pedonal...
A minha casa fica no único bocadinho de recta que nela existe, o que faz com se passe aqui a grande velocidade.
As principais vítimas desta rua são os gatos.
Eu já perdi a conta aos gatos que, ainda pequenos, morreram aqui.
Hoje foi a Pandora...

...

Porque é que não me espanta nada que entre a gentalha nazi que foi presa estejam elementos de claques de equipas de futebol??
Ainda nenhuma autoridade terá reparado que essas "claques" não passam de bandos organizados que, não sei por que carga d'água, existem para aterrorizar (e até matar!) as pessoas que querem ir ver um jogo de futebol?

Será que é desta que vão ter a coragem de acabar com essa ralé?

Efeitos do calor

Quando cheguei a casa, toda esbaforida de tanto calor inusitado, estavam estes dois marmanjos, mãe Xena e filhote Nico, esparramados no meio do pátio...
Nem a aproximação do carro, nem uma buzinadela, os fez mexer.
Olharam e ficaram onde estavam!
Tive de sair do carro para tirar as excelências do meu caminho!!

Feira de vaidades

Na sexta-feira, na escola, os Golfinhos estiveram a inventar acrósticos com os respectivos nomes (estão publicados lá no blog deles).
No fim, desafiei-os a criarem um para mim...

Menina alegre
A flor mais bela
Rainha das fadas
Gargalhada feliz!
Amiga
Romântica
Idealista
Dá-nos alegria
A melhor professora!

Não é de ficar inchada que nem um pavão?

E ainda: Está a decorrer no blog da Tons de Azul um mini-concurso de contos infantis.
Eu concorri com uma historinha, por isso vão lá e votem na melhor, que espero seja a minha :)
(para já não digo qual é, os mais atentos poderão descobrir por uma pista do texto...
Se por acaso eu vir as coisas mal paradas para o meu lado, digo logo qual é a minha, ó se digo!!)

Problema

Um professor de Matemática quis pregar uma peça aos seus alunos e disse:
- Meninos, aqui vai um problema:
Um avião saiu de Amesterdão com uma velocidade de 800 km/h, à pressãode 1.004,5 milibares; a humidade relativa era de 66% e a temperatura 20,4 graus C.
A tripulação era composta por 5 pessoas, a capacidade era de 45 assentos para passageiros, o WC estava ocupado e havia 5 hospedeiras (mas uma estava de folga).
A pergunta é: quantos anos eu tenho?

Os alunos ficam assombrados.
O silêncio é total.
Então o Joãozinho, lá no fundo da sala e sem levantar a mão, diz de pronto:
- 44 anos, professor!
O professor, muito surpreso, olha-o e diz:
- Caramba, é certo. Eu tenho 44 anos. Mas como tu adivinhaste?
E o Joãozinho:
- Bem, eu deduzi porque tenho um primo que é meio parvo, e ele tem 22 anos...

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