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Fábulas

Fábulas

...

De cada vez que ouvimos falar em presidentes e primeiros-ministros ditadores, ou cromos, ou corruptos, ou tudo ao mesmo tempo, temos tendência a pensar logo em países africanos e depois nos sul americanos.

Mas não precisamos de ir tão longe: aqui pertinho, na Itália, temos um "homem" que preenche todos os requisitos para emigrar para África!

Desta vez anda a escolher para as eleições europeias as "boazonas" lá do sítio!! (não deixa de ser um critério...)
Só que, a mulher dele, uma senhora que, coitada, já terá pertencido a esse grupo há muitos anos atrás - antes de ter sido atacada nos lábios por um enxame de abelhas - não gostou da brincadeira e veio para os jornais fazer queixinhas do marido.
Coisa feia!

Como classificariam uma pessoa que,

durante uma reunião importante (não era propriamente uma reunião de condomínio lá do prédio), passa a vida ao telemóvel?
Com as mãos à frente da boca, falando baixo, mas, em cerca de 2 horas de reunião atendeu o telemóvel pelo menos 6 vezes (depois deixei de contar).

A certa altura, pára uma frase a meio - numa conversa com outro membro da reunião - para atender o telefone!!

Flores e crianças

Olhando distraidamente para o meu jardim, observei que tenho as mesmas flores (umas que nascem de bolbos, dão flores brancas, em cacho, mas não sei como se chamam) em dois locais diferentes.

Um desses locais foi tratado, com terra nova e adubo porque se destinava plantar lá um arbusto.
O outro local, ainda tem a terra original do jardim (que é fraquíssima!) e está meio abandonado à sua sorte.

No local tratado as flores são enormes, com hastes com cerca de meio metro de altura e cachos gordos a transbordar de rebentos.

As que estão no local mais desprezado não chegam a medir um palmo de altura, os cachos onde vão nascer as flores são raquíticos e enfezados.
Mesmo que agora desatasse a pôr para lá adubo e terra boa, não conseguiria fazer nada de especial por aquelas flores, porque o fundamental já está feito!

E não pude deixar de fazer o paralelismo com as crianças: quando nós recebemos na escola crianças que foram criadas em meios hostis, já pouco podemos fazer por elas!
Não têm bases para crescer e "florir" bem!

Amor com amor se paga...

Dizia eu: " Este ano, com o 25 de Abril ao sábado, nem parece feriado"
"Pois é..."
"Parece um sábado normal"
"humm?"


Este interessante diálogo acontecia entre mim e o saltapocinhos, enquanto preparávamos o nosso "almoço típico dos sábados".

Eu, dali a pouco:
"é, nem parece 25 de Abril... até na rádio: as músicas são as mesmas de todos os dias..."

Subitamente ele larga a alface que estava a lavar e vira-se para mim:
"Xiiii, hoje é o 25 de Abril!! E nós nem fomos dar uma volta, nem almoçar fora...
Deixa lá, vamos à tarde comer uma nata à Costa Nova!"

Cá para mim, esta foi a vingança de eu me ter esquecido do nosso outro "dia dos namorados!"

E Viva o 25 de ABRIL!

Tarte de nata

Esta receita foi-me dada pela Ana, a teacher dos meus alunos, e fica realmente deliciosa!

Ingredientes:

uma base de massa folhada
meio litro de leite
3 colheres de sopa de farinha
200 g da açúcar
6 gemas


Preparação:

Forra-se a tarteira com a massa folhada e pica-se com um garfo (eu esqueci-me e ia sendo uma tragédia!)

Batem-se as gemas com o açúcar. Junta-se a farinha e por fim o leite.
Vai ao lume até engrossar (quando começa a borbulhar).
Despeja-se o preparado na tarteira e vai ao forno, a 170º por 35 minutos.

Notas:
A receita que a Ana me deu dizia que ia ao forno 30 minutos para cozer e depois ia ao grill do microondas mais alguns minutos até tostar.
Mas, como podem ver pela foto a minha saiu bem tostadinha, sem microondas nem nada!

...

Leiam pela ordem que se apresenta:





Eu aconselharia - a quem tiver este operador de telefone - que rescinda já o contrato, enquanto está vivo e pode assinar!
(será que o senhor Belmiro avalia os seus funcionários?? ou será por isso mesmo que eles agem assim?)

Manuela Moura Guedes versus Sócrates

Ela confunde "frontalidade" com falta de educação. Detesto-a, e não é de agora.
Às vezes, se calha o Telejornal terminar e não me apetecer ainda ir arrumar a cozinha, vou procurando notícias, seja onde for, nem que seja na TVI.
E o que vejo por lá deixa-me entre o incrédulo e o abismado: em vez de relatar os acontecimentos, a dita "jornalista" dá também palpites, faz piadas, tira conclusões...
Enfim, tudo o que eu penso que um verdadeiro jornalista não deve nunca fazer.

Por isso e apesar de também não apreciar nada as atitudes do nosso primeiro-ministro acho que, neste caso, está cheio de razão ao querer processá-la.
Eu faria o mesmo!

O pequeno-almoço e a crise

Ouvi dizer, na TV, que a crise está a obrigar os portugueses a tomarem o pequeno-almoço em casa!
Taditos!
Se é assim que se mede a crise, cá em casa andamos em crise há mais de 30 anos.

(a sério, eu não entendo como há pessoas capazes de sair de casa em jejum para se irem meter num café - felizmente agora sem fumo - a beber um galão e a comer torradas besuntadas com uma coisa gordurosa, que, às vezes nem se sabe bem o que é, quando a alternativa é estar pacata e calmamente em casa, ao som do rádio, da televisão ou dos pássaros e, se possível, em boa companhia!)

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