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Fábulas

Fábulas

(in) Justiças!

Hoje decidi-me a abordar um assunto polémico, depois de ontem, numa conversa com professores, ter descoberto, com alguma surpresa, que afinal a minha ideia não é assim tão peregrina!
Cá vai:
Eu acho que os professores, ao contrário do que acontece hoje em dia, não deviam ganhar todos o mesmo.
Eu explico melhor:
Um professor de Matemática, ou Português ou Ciências, etc. devia ganhar mais que os professores de EVT ou de Educação Física e afins.
Para estes o trabalho termina ali, no fim da aula, enquanto que para os outros o trabalho continuará, por muitas horas, em casa ou na escola a preparar aulas e a elaborar e corrigir testes... Já para não falar daquelas alturas em que há exames e mais exames para corrigir! Uns trabalham, outros andam pela escola! Se repararem bem, a maioria dos Conselhos Executivos tem professores de Educação Física. Porque será?
Claro que, para haver diferenciação nos salários também teria de ter havido antes nos cursos de formação: por que carga de água há-de demorar um professor de Trabalhos Manuais 5 anos a formar?? E de Educação Física?? E uma Educadora de Infância? E do primeiro ciclo?
E que dizer das licenciaturas que professores do 1.º ciclo e educadoras de infância andam por aí a comprar? (Perdão, tirar!)
E o que chateia mesmo é que no fim da "licenciatura" continuam a fazer exactamente o que faziam antes, sem tirar nem pôr, só com a diferença de que ganham mais que a colega da sala ao lado?
E os sindicatos vão-se (nos) vendendo por estes "direitos" que eles acham muito justos!! E as verdadeiras reivindicações, de escolas dignas, turmas com um número de alunos decente, um apoio a sério para crianças com problemas e não esta fantochada que hoje existe, ficaram onde? Por isto os sindicatos não lutam, e eu, depois de pensar um bocadito até talvez descubra o porquê! É que a maioria dos funcionários dos sindicatos também são professores que entretanto aproveitaram para tirar a sua licenciaturazita...Ah, e apesar de estarem a um balcão a atender pessoas e telefonemas ganham tanto como os que estão nas escolas a dar o litro, já para não falar nos professores (milhares) que andam por aí, de casa às costas. Realmente a vida custa!
Mas, como quase sempre, custa mais a uns que a outros!
__________________________

E pronto, aqui vos deixo um bom motivo de reflexão para início de semana!
E fico à espera de outras opiniões...

Para rir... (será?)

Durante uma visita a um asilo de loucos, Bush pergunta ao director qual é o critério para definir se um paciente está curado ou não.
- Bem - diz o director - nós enchemos uma banheira e oferecemos uma colher de chá e uma chávena e dizemos para ele esvaziar a banheira.
- Entendi, diz Bush, uma pessoa normal escolhe a chávena, que é maior.
- Não - responde o director - uma pessoa normal tira a tampa do ralo...

Curiosidades da Idade Média

Curioso mesmo!! Aposto que não sabiam algumas!

Naquele tempo a maioria das pessoas casavam no mês de Junho (início do Verão) porque, como tomavam o primeiro banho do ano em Maio, em Junho o cheiro ainda estava mais ou menos...
Entretanto, como já começavam a exalar alguns "odores", as noivas tinham o costume de carregar bouquets de flores junto ao corpo, para disfarçar.
Daí temos em Maio o "mês das noivas" e a origem do bouquet.

Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente.
O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.
Depois,sem trocar a água vinham os outros homens da casa por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças.
Os bebés eram os últimos a tomar banho.
Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível perder um bebé lá dentro.
É por isso que existe a expressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water", ou seja, literalmente "não deite fora o bebé juntamente com a água do banho", que hoje usamos para os mais apressadinhos...

Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam eram o melhor lugar para os animais se aquecerem: cães, gatos e outros animais de pequeno porte como ratos e besouros.
Quando chovia, começavam as goteiras...os animais pulavam para o chão.
Assim, a nossa expressão "está a chover a cântaros" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs".
Para não sujar as camas, inventaram uma espécie de cobertura, que se transformou no dossel.

Aqueles que tinham dinheiro, possuíam "loiça" de estanho.
Certos tipos de alimentos como o tomate, oxidavam o material, o que fazia com que muita gente morresse envenenada(os hábitos higiénicos da época não eram lá grande coisa)...
Daí que durante muito tempo o tomate foi considerado como venenoso.

Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque.
Essa combinação, por vezes, deixava o indivíduo "k.o."(numa espécie de narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho).
Quem passasse pela rua pensava que o fulano estava morto, recolhia o corpo e preparava o enterro.
O "defunto" era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias (DIAS?!) e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não.
Daí surgiu a vigília do caixão ou velório, que em inglês se diz Wake, de "acordar".

A Inglaterra é um país pequeno, e nunca houve espaço suficiente para enterrar todos os mortos.
Então, os caixões eram abertos, os ossos retirados e encaminhados ao ossário e o túmulo era utilizado para outro infeliz.
Por vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo.
Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava presa a um sino.
Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias.
Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar.
Assim, ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", como usamos hoje.

(recebido por mail)

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