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Fábulas

Fábulas

Sem ponte nem inveja!

Numa altura em que está meio mundo por aí a trabalhar na construção civil (leia-se: fazer pontes) e eu estou para aqui carregadinha de trabalho, lembrei-me de outros desgraçados como eu (ou burros, tansos, o que quiserem) e, como o meu blog, tal como a RTP, também é de serviço público deixo-vos aqui este belo diagrama!
Consultem e aprendam!
(aprendam a fazer pontes para não ficarem aí pela repartição a ler posts idiotas...)



(recebido por mail)

Se eu fosse uma bruxinha...

... transformava a guerra num caracol,
... os ladrões em formigas miseráveis,
... e as pessoas que abandonam animais em minhocas!
Fazia feitiços para a bondade e poções da amizade…
No meu caldeirão fazia uma sopa que todas as crianças gostassem:
o peixe saberia a chiclete de morango
e os legumes a gelado de chocolate.

Fazia feitiços só para agradar.
Fazia misturas de feitiços no meu laboratório até dar um belo feitiço. Passava manhãs, tardes e noites a inventar feitiços da bondade, e nunca do mal para agradar às pessoas.
Inventava feitiços que substituíssem comida, a bom preço claro!

Verónica, 9 anos
(sobrinha de Saltapocinhas, já a mostrar os seus dotes de escritora!)

Politicamente incorrecto

Comemorou-se ontem a efeméride da morte de Sá Carneiro.
Era muito nova na altura e estava ocupada demais com a minha vida para me interessar por política.
Lembro-me de ter visto o acidente na televisão e também as cerimónias fúnebres.
Se Sá Carneiro era um político de excepção, não sei.
Talvez sim ou, o mais certo, é que fosse como os outros...
Mas, como morreu sem ter tido tempo de fazer mais asneiras do que aquela de nos ter tentado impingir um homem muito estranho para Presidente da República, ganhou esta aura de mito.
Eu tenho cá para mim que, se não tivesse morrido trágica e precocemente, hoje seria igual aos outros, com as mesmas qualidades e os mesmos defeitos...
Em toda esta história o que eu acho de extremo mau gosto é terem dado o nome dele precisamente a... um aeroporto!

Socorro! Enjoei de mim!

Há bocado fui ao centro comercial aqui pertinho só para ir buscar uma camisola que tinha catrapiscado lá anteontem...
Encostada à loja das camisolas fica a perfumaria. Entrei para ver um preço e não resisti a experimentar um perfume (Chanel não sei das quantas).
Depois saí da perfumaria e entrei na Bata para cuscar uma carteira baratucha. Ao pé de mim estava uma senhora que tinha um cheiro tão enjoativo que me começou a incomodar. Afastei-me dela mas o cheiro persistia...
Só no carro é que me dei conta que afinal a mal cheirosa enjoativa era eu!
Agora enjoei de mim, o meu marido enjoou de mim e até o meu filho que passou cá por casa há bocadito me perguntou muito delicadamente "mas que raio de cheiro é este?"
Snifff... estou mesmo mal disposta e meia tonta de tanto suster a respiração!!
Vou ter de antecipar a hora do banho a ver se isto passa antes que vomite!
Já sabem: se detestarem alguém ofereçam-lhe um frasquinho de Chanel pelo Natal... (eu não sei qual deles é, mas se pedirem muito quando lá passar eu confirmo o resto do nome).
Vou tomar banho!

1º de Dezembro de 2005

Hoje, dia em que comemoramos a restauração da independência, acho que esta vem mesmo a calhar:

O Primeiro Ministro espanhol, em visita oficial a Portugal, iria conhecer uma escola de Lisboa. Então o director da escola foi preparar os seus alunos para receberem bem a importante visita.
- Vocês devem ser educados com o senhor Zapatero.
Joãozinho, eu vou perguntar-te o que é a Espanha para nós, e tu respondes que a Espanha é um país amigo.
- Não, senhor director! A Espanha é um pais irmão.
- Muito bem, Joãozinho. Mas não é preciso tanto. Diz apenas que a Espanha é um país amigo.
- Não é não, a Espanha é um país irmão!
- Tá bom, Joãozinho. Mas porque é que achas que a Espanha é um país irmão, e não um país amigo?
- Porque amigos a gente pode escolher!

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