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Fábulas

Fábulas

Compota de Kiwi

ingredientes:

para 1 kg de kiwis
800 g de açúcar (usei açúcar amarelo)
1 vagem de baunilha ou
1 pau de canela

preparação:

Descascar os kiwis e parti-los em bocadinhos.
Deitar para um tacho os kiwis, juntamente com o açúcar e deixar ficar 1 hora ou 2.

Acrecentar a vagem de baunilha ou o pau de canela (eu usei canela) e ligar o lume.
Deixar ferver em lume brando cerca d 1 hora, até fazer "estrada" quando se tira um pouco para um prato.

Fica muito bom, este doce!

Iliteracia à séria

Notas prévias:

Hesitei bastante antes de escrever este post, mas decidi fazê-lo.
A pessoa a quem me refiro, além de não ler blogs, mantém-se no anonimato.
Mas escrevo principalmente para que, quem me lê, entenda do que falo quando digo que no meio em que trabalho, os pais e mães dos nossos alunos são pessoas com baixa formação académica, alguns são mesmo analfabetos. E são todos ou quase todos, pessoas ainda bastante novas, na casa dos 30 ou ainda menos. Quer dizer, nasceram na altura do 25 de Abril.
Há muito ainda a fazer pela educação neste país, acho que devia ser altura de a levar a sério.
A prioridade não devia ser acrescentar anos à escolaridade, mas antes acrescentar qualidade à escolaridade que existe actualmente.

A história:

Uma mãe dirigiu-se esbaforida à escola pedindo que lhe dispensassem o filho das aulas porque tinha de ir com ele à vacina ainda hoje.
A auxiliar que a atendeu estranhou a pressa (normalmente avisam de véspera se as crianças têm de ir a algum lado), mas a senhora disse que tinha mesmo de ir porque tinha acabado de receber uma carta.
E mostrou a carta.
Tratava-se afinal de um folheto que lhe tinham metido na caixa do correio e que dizia mais ou menos "Hoje em dia as vacinas evitam muitas doenças. Vacine o seu filho."

São receitas, mas não as que eu pensava...

Muitas vezes, pesquisando receitas na net, deparei com um anúncio que prometia "uma receita por dia".
Respondia-se a um breve questionário e dava-se o endereço de mail e pronto...
Apesar de precisar tanto de receitas como de uma dor de cabeça, de precisar viver umas 200 vidas para ter tempo de confeccionar todas as receitas que possuo, inscrevi-me no tal "receitas"

Agora, todos os dias recebo anúncios a cartões de crédito, catálogos de roupa, inquéritos, concursos disto e daquilo...
Receitas? Nem uma!

Por isso, deixo aqui um aviso a todos: não se inscrevam numa treta chamada "receitas de".
É treta.

Queixinhas!

Não gostei mesmo nada de ver o Paulo Rangel a fazer queixinha do que se passa cá por casa, lá no Parlamento Europeu.
(assim de repente pareceu-me que não estava ninguém a ouvi-lo, mas a atitude é feia na mesma)
Não está em causa se ele teria razão ou não (cá por mim anda por aí muito jornalista com a mania da perseguição, mas isso sou eu a pensar...).

Chama-se a isso "lavar roupa suja" e isso deve fazer-se em casa, jamais em público.
Isto não quer dizer que os assuntos não devam ser discutidos, antes pelo contrário, mas para quê ir fazer queixinhas?
É algum assunto em que o Parlamento Europeu possa ajudar? Não me parece!

Talvez fosse boa ideia esse senhor deputado preocupar-se em ser parte da solução, em vez de ser parte do problema.

Bolo fácil de chocolate



Ingredientes:

200 g de chocolate (barra)
180 g de açúcar
100 g de farinha
100 g de manteiga amolecida
6 ovos
1 colher de chá de fermento em pó

Preparação:

Partir o chocolate em pedaços, deitá-los numa tigela juntamente com a manteiga e levar a derreter no microondas.

Bater as claras em castelo.
Deitar as gemas para uma tigela, juntar o açúcar e bater bem.
Adicionar o chocolate derretido com a manteiga, mexer, juntar a farinha e o fermento, mexer novamente e finalmente envolver as claras em castelo.

Levar ao forno durante 40 minutas a 180º.

(receita da Teleculinária de Outubro/2009)

Gato Fedorento

Era o meu, quando cheguei a casa.
Quando vim almoçar já não se podia estar ao pé dele e teve de ser escorraçado lá para fora.

Quando cheguei a casa ao final da tarde, não queria deixá-lo ficar mais tempo lá fora, por isso, tive de partir para medidas mais radicais e resolvi dar-lhe um banho.
Haviam de ver a cara de infeliz que ele tinha! Infeliz e confuso, como quem pensa "mas eu confio tanto nesta gaja e ela faz-me isto?"

Depois amuou e nem me deixava chegar perto.
Passado um bocado, lá reconsiderou e saltou para o meu colo.
Quando finalmente parou de tremer, começou a ronronar e lá tive eu o meu gatinho de volta.
E a cheirar tãããão bem!

Só gostava de saber...

de quê (ou de quem) falará o Mário Crespo quando se junta com os amigos num restaurante.
Será que nunca diz mal de ninguém?
Será que Mário Crespo é o único português que não aproveita um momento de relax para praticar o desporto nacional que mais adeptos tem, ou seja, a má língua?

Maravilha de país este, onde os únicos problemas são, ou o "Mário Crespo", ou então "os acontecimentos do túnel da luz"!

(quanto ao facto de o jornalista em questão estar prestes a publicar um livro - com as suas crónicas! - é lógico que é apenas mera coincidência).

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