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Fábulas

Fábulas

Trabalhar não compensa

Não posso nem quero generalizar, mas os casos de pessoas que vivem do subsídio de desemprego deviam ser analisados um a um (por exemplo, pelas juntas de freguesia que são o poder mais próximo das pessoas).
Ainda hoje me contaram uma história que vem mesmo ao encontro daquilo que escrevi no post anterior anterior:

Uma conhecida minha "meteu uma cunha" para arranjar emprego a uma familiar.
O emprego foi conseguido mas depois a fulana desistiu.
Justificação: "só ia ganhar mais 100 euros por mês, prefiro ficar em casa".
Quanto a ela, acho que faz muito bem: eu faria o mesmo, não compensa trabalhar por tão pouco!

Quem não tem, nem pode ter, razão, é quem dá origem a estas situações.
O governo é que tem de fazer com que viver de subsídios, sejam eles quais forem, não compense.
Tem de obrigar os patrões (a começar pelo patrão-estado) a pagarem salários condignos a quem trabalha.

Enquanto compensar mais, viver de subsídios do que trabalhar, podem fazer os pactos que quiserem que este país não evoluirá!

Ena, ena... estão a ficar espertos!

«As provas de recuperação, impostas pelo Estatuto do Aluno ainda em vigor, acabaram por ser um incentivo para os estudantes darem ainda mais faltas. A constatação é feita pelo Governo (...)»

Este disparate das provas de recuperação tem finalmente o seu fim à vista.
Esperemos que depois deste venham outros fins de outras situações igualmente disparatadas levadas a cabo por uma ministra prepotente e incompetente.

No entanto, parece que as faltas injustificadas continuam a não servir para chumbar alunos.
Eu cá acho muito bem!
Pelo menos, esses meninos que não andam a fazer nada na escola, passam por ela o mais rapidamente possível e com o mínimo possível de efeitos colaterais para os que lá andam e querem aprender.
(Quando é que os professores aprendem que chumbar um aluno destes é um castigo para professores e não para os alunos?)

Um dia, se estes rapazes e raparigas que faltam à escola tivessem de arranjar um emprego para sobreviver iriam chegar à conclusão de que os patrões não são tão simpáticos como o Ministério da Educação.
Mas, como eles se estão a preparar para viver do Rendimento Social, já levam o estágio feito.

Cheesecake coberto com doce de cereja

E porque hoje é dia 25 de Abril, uma receita bem vermelhinha:



Ingredientes:

1 pacote de 250 g de bolachas digestivas
100 g de manteiga
400 g de queijo fresco (2 embalagens) tipo Philadelphia
1 lata de leite condensado
3 ovos
qb de doce de cereja

Preparação:

No 1,2,3 moer bem as bolachas e depois misturá-las com a manteiga previamente derretida, até formar uma massa.
Com essa massa, forrar o fundo de uma forma de aro amovível, previamente untada e calcar bem.
A massa de bolacha deve ficar bem compacta, para isso podemos utilizar uma colher.

O recheio:
Mistura-se muito bem o queijo com o leite condensado e por fim os ovos. Misturar bem até fazer uma massa homogénea.
Despejar este preparado sobre a base de bolacha e levar ao forno cerca de 40 minutos à temperatura de 150º.
Depois de pronto leva-se ao frigorífico, de onde se deve tirar 30 minutos antes de servir. Nessa altura barra-se abundantemente com doce de cereja.

Notas:
Quando estava a moer as bolachas juntei-lhes uma mão cheia de amêndoas.
Cozi o bolo durante 40 minutos a 140º e acho que ficou cozido demais.
Há receitas que levam açúcar juntamente com as bolachas e, se usarem bolachas digestivas, talvez fique mais docinho.
Eu, para a próxima, experimento com bolacha maria porque as que usei esfarelam-se muito.
De qualquer maneira, ficou muito bom e recomenda-se!

Cada terra com seu uso...


Uma jornalista da RTP1 (Márcia Rodrigues, creio eu), andou a fazer uma reportagem de um qualquer acontecimento no Irão.
Aparecia na televisão, invariavelmente, com os cabelos cobertos por um véu.
Achei muito bem: naquele país não se pode andar com a cabeça descoberta, por isso ela, estando lá, tem de cobrir a cabeça.


Cá, ninguém anda de cabelo escondido (a não ser que não tenha tido tempo de lavar a cabeça), muito menos de cara tapada.

Agora, quando França e Espanha mostraram intenção de proibir nos seus países, o uso da cara tapada, não faltam vozes discordantes, chamando a esses países racistas e xenófobos.

Ai sim?
Se nós vamos ao país deles temos de nos vestir de acordo com os seus códigos (acho muito bem!) e eles cá não têm de se reger pelos nossos?
Era o que faltava!

Pudim de puré de maçã



Ingredientes:

200 g de açúcar
750 g de maçãs
1 lata de leite condensado
6 ovos

Preparação:

Com o açúcar fazer o caramelo e forrar a forma. Deixar solidificar.
Cozer as maçãs descascadas e partidas aos bocadinhos até que se desfaçam. Deixar arrefecer.
Numa tigela, misturar o leite condensado com os ovos e juntar depois o puré de maçã, mexendo sempre.
Verter para a forma e levar ao forno em banho-maria, a 180º, durante 40 minutos.

Notas:
Eu cozi na panela de pressão por 20 minutos.
Este pudim é bom principalmente para quem aprecia doces pouco enjoativos, já que não é muito doce.

Receita da Teleculinária Gold n.º 34.

O vulcão

É bem feito que às vezes aconteçam coisas como esta do vulcão islandês, para que os homens, que têm a mania de que tudo controlam e tudo dominam, vejam o que lhes acontece quando um simples vulcão resolve "acordar".

Já pensaram que nós devemos ser das poucas espécies que, se desaparecessemos, não acontecia nada de mal aos outros seres vivos do planeta?
(antes pelo contrário!)

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