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Fábulas

Fábulas

Rapidinha de segunda (ii)

Um criador de galinhas vai ao bar local, senta-se ao lado de uma mulher e pede uma taça de champanhe.

A mulher comenta:
- Que tal vai isso? Eu também pedi uma taça de champanhe.
- Que coincidência! - diz o fazendeiro. Hoje é um dia especial para mim.. Eu estou celebrando.
- Hoje é um dia especial para mim também! - diz a mulher. Eu também estou celebrando.
- Que coincidência! - diz o fazendeiro.

Quando eles 'batem' as taças, ele complementa:
- O que a senhora está a celebrar?
- Eu e meu marido vimos tentando há uns tempos ter um filho e hoje o meu ginecologista disse-me que estou grávida.
- Que coincidência! - diz o homem. - Sou criador de galinhas e durante muitos anos as minhas galinhas não eram férteis. Mas consegui, elas hoje estão pondo ovos fertilizados.
- Isto é óptimo - diz a mulher. - Como conseguiu que as suas galinhas ficassem férteis?
- Usei um galo diferente - diz ele.
A mulher sorri, brinda novamente e diz:
- Outra coincidência!!!

Uma fotografia por domingo (162)

Esta foto nem está nada boa (não sei se culpa da máquina se da fotógrafa), mas tem de ficar aqui para memória futura: trata-se da minha nova aquisição para o quintal e é uma cerejeira. Não vivo numa zona em que as cerejeiras abundem, vamos a ver o que esta dá...
Eu adoro cerejas, só me contentava com um pomar cheio, mas ficava bem contente se esta desse umas cerejinhas.




Ainda só foi plantada ontem e vejam lá os perigos que anda a correr.
Eu arranco os bigodes um a um a esta preta se ela me estraga a árvore!

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Muffins de Pepitas de Chocolate

Ingredientes:

250 grs. de farinha;
150 grs. de açúcar;
2 c. (de chá) de fermento;
2 c. (de sopa) de cacau;
1/2 c. (de chá) de bicarbonato de sódio;
150 grs. de pepitas de chocolate (deixar algumas pepitas de reserva);
250 ml. de leite;
90 ml. de óleo vegetal (utilizei de girassol);
1 c. (de chá) de essência de baunilha;
1 ovo.

Preparação:

Numa tigela, introduz todos os ingredientes secos, misturando bem.
Noutra tigela, introduz todos os ingredientes húmidos, mexendo bem.
De seguida, incorpora os ingredientes líquidos à mistura de ingredientes secos, misturando bem.
Depois, com uma colher de gelado, enche as forminhas com a massa dos muffins.
Pode cobrir os muffins com as pepitas que deixou de reserva.
Leve a forno, pré-aquecido a 200ºC, durante cerca de 20 minutos.
Bom apetite!

Nota: mais uma receita da minha 'querida' Nigella :)

Nomes feios!

Gosto muito do Brasil - nunca lá fui, mas conheço-o muito bem à conta de todas as novelas que vi e dos livros de Jorge Amado que li.
Há só uma coisa com que embirro naquele país: os nomes inenarráveis que aquela gente põe aos filhos (daiana, maicol jaquesson, leidi daiana... enfim, uma barbaridade).

Achava eu que por cá estávamos livres destas aberrações, até que aparece um casal de cromos que resolveu chamar à filha "Lyonce Viiktórya", assim mesmo, sem tirar nem pôr.

Que haja gente doida, ninguém tem nada com isso, mas que as conservatórias aceitem registar esse nome é que não se pode aceitar.
Mas que raio de país é este?
O rapaz é estrangeiro? E daí? O nome da criança existe em que país?

Anda tudo doido, é o que é!

Rapidinha de segunda (i)

A matemática nunca falha...

Um professor de matemática envia a sua mulher um fax com a seguinte mensagem:
Querida:
Compreenderás que agora que tens 54 anos, tenho certas necessidades que já não podes satisfazer.
Sou feliz contigo e sinceramente espero que não te sintas magoada ou ofendida ao saber que quando estiveres a ler este fax, estarei no Big Dick Motel com uma aluna, que tem 18 anos.
Chegarei a casa antes da meia-noite.

Quando ele chega a casa, vindo do motel, encontra a seguinte carta:

Querido:
Obrigada pelo aviso. Aproveito a oportunidade para te lembrar que tu
também tens 54 anos. Ao mesmo tempo comunico-te que, quando estiveres a ler esta carta, estarei no Motel Happy Dust com o meu professor de ténis, que também tem 18 anos.
Como és um matemático, poderás compreender facilmente que estamos nas mesmas circunstâncias, mas com uma pequena diferença: 18 entra mais vezes em 54, que 54 em 18... Portanto, não me esperes, porque vou chegar só amanhã!
Um beijo da tua mulher que verdadeiramente te compreende.

Bolo de tangerina

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Ora cá está um bolo que eu não faria se não visse a receita.
Misturar sumo de laranja, tudo bem, é normal.
Mas... tangerinas inteiras?

Confesso que o fiz um bocado desconfiada, mas ficou mesmo bom, podem fazer sem medo.

Ingredientes:

300 g de açúcar
250 g de farinha
4 ovos
3 tangerinas
2 dl de óleo (uma xícara)
1 colher de sopa de fermento em pó
coco ralado para polvilhar

Preparação:

Descasquei as tangerinas e meti-as na liquidificadora juntamente com os ovos, o óleo e o açúcar e bati até ficar tudo bem misturado.
Deitei esse preparado para uma tigela, juntei a farinha com o fermento e mexi bem.

Foi ao forno numa forma untada com margarina e polvilhada com farinha, por cerca de 35 minutos a 170º.
Depois de um pouco arrefecido, desenformei.
Na receita mandava polvilhar com coco, mas eu não o fiz.

(receita da teleculinária especial de novembro de 2010)

Dia de reflexão

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Nem sei se vale a pena refletir, já que ontem, logo de manhãzinha, ainda nem tinha acabado de acordar e já estava a ouvir o resultado das eleições... Meia taralhoca, lembro-me de ter pensado:
"Hã? Já estão a dar o resultado? Esqueci-me de ir votar?"

Mas não, eram apenas as previsões. Dadas com tantos pormenores que já nem valia a pena haver eleições.*
Não temos um candidato que diz que uma segunda volta seria muito dispendiosa para um país em crise? Então, vão por mim e poupem ainda mais: façam só previsões e nem a primeira volta é precisa!

*(a não ser que as pessoas que responderem aos inquéritos sejam como eu, que ainda não sei em quem vou votar...)

A crise... por quem a vive mesmo!

Este texto surgiu-me um dia destes, em que estava para falar da crise, mas não é da minha autoria. Não faço link para o blog de onde o tirei a pedido da autora, mas não me atrevi a publicar o que tinha escrito sobre a crise, depois de ler isto.
Só tenho a acrescentar que é vergonhoso haver um país onde uma pessoa que trabalha (e há muitos anos) tenha necessidade de escrever isto:

A sério, que crise?
Porque eu não vejo nenhuma crise nova. Tendo em conta que vivo há anos com a dita cuja (acho que desde que nasci...) não noto grande diferença agora... tendo em conta o sufoco enorme porque passámos nos últimos meses e que, pelo que vejo, está longe de terminar não percebo porque é que AGORA é que está toda a gente com medo.

Eu vivo com medo, entranhou-se em mim e dificilmente sairá, medo de não poder ter comida na mesa para dar ao meu filho, medo de não conseguir ter tecto para lhe dar, uma escola onde andar, é um medo permanente e precisamente por causa desse medo é que passo o dia inteiro a parvejar, cheiinha de sentido de humor, a mandar larachas umas atrás das outras, este medo consome-me por dentro e por isso finjo, finjo que não se passa nada mas ele é bem real.
À noite, depois de deitar o míudo fecho-me na casa de banho que é o único sítio da casa onde consigo estar sozinha e tremo, às vezes tremo tanto mas não choro.

Viver na incerteza é muito mau, sem sabermos com o que podemos contar, a ver aquelas reportagens sobre o Banco Alimentar e a começar a sentirmo-nos demasiado próximos daquela realidade. E olho para as minhas coisas que tanto me custaram a comprar e penso que talvez não sejam minhas para sempre, que se avariarem não vou poder ter de novo, que se falhar um preço baixo no supermercado o dinheiro já não vai chegar.

E estou tão cansada de viver assim, tão cansada de sufocar, de não saber que passo a vida a dizer a mim própria que vai tudo correr bem, interessa é termos saúde e gostarmos uns dos outros e sim, é verdade, isso é o que mais importa mas não torna as coisas mais fáceis.
Levanto-me todos os dias para ir trabalhar e o que me dá força é olhar para o meu filho e vê-lo crescer feliz.
Deus queira que nunca note nada, que nunca pressinta o nó que tenho na garganta.
Há dias assim em que só me apetece chorar.

Rapidinha de segunda*

* às segundas feiras não há tempo nem pachorra para escrever, por isso vou começar aqui a colecionar as piadas mais engraçadas que vou recebendo.
É divertido (e tritezas não pagam a tal da dívida) e serve também para as manter guardadas.


Um homem bem sucedido morreu e deixou tudo à sua dedicada esposa. Ela era uma bela mulher e determinada a conservar a herdade enorme que o seu marido lhe deixara, mas sabia muito pouco das actividades da herdade, por isso, decidiu colocar um anúncio no jornal para contratar um empregado.

Dois homens candidataram-se ao emprego.
Um era larilas, o outro, um bêbado.
Ela pensou muito seriamente sobre o assunto, e, como mais ninguém se candidatou, ela decidiu contratar o candidato larilas, pensando que seria mais seguro tê-lo perto de casa do que o bêbado.
Ele demonstrou ser um excelente trabalhador, que fazia longas horas de trabalho por dia e sabia imenso do trabalho da herdade.
Durante semanas a fio, ambos trabalharam muito e a herdade estava muito bem.

Então, um dia, a viúva disse ao empregado:
-Fizeste um óptimo trabalho e está tudo impecável.
Já é tempo de ires até à cidade e divertires-te um bocado.

O empregado concordou e no sábado à noite foi até à cidade.
No entanto, já era 2 da manhã e ele não voltava. 3 da manhã, e empregado, nada!
Finalmente, pelas 4, lá regressou e à sua espera, sentada à lareira, com um copo de vinho na mão, estava a viúva.
Chamou-o para junto dela e disse-lhe:

-Desabotoa a minha blusa e tira-a.
A tremer, ele fez o que ela pediu.
-Agora, tira as minhas botas.
Ele fez o que ela disse, muito lentamente.
-Agora, tira as minhas meias.
Ele removeu cada uma com gentileza e colocou-as junto às botas...
-Agora, tira a minha saia.
Lentamente, ele desabotoou-a, observando constantemente os olhos dela à luz do fogo da lareira.
-Agora, tira o meu soutien.
Novamente, com as mãos a tremer, ele fez o que lhe era dito e deixou-o cair no chão.
-Agora... tira as minhas cuecas...
À luz da lareira, ele puxou-as suavemente para baixo e tirou-as.

Então, ela olhou bem para ele e disse-lhe:
-Se voltares a usar as minhas roupas para ir à cidade, despeço-te!

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