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Fábulas

Fábulas

Chiffon de Chocolate com Doce de Morango

Ingredientes:

200 grs. de açúcar;
6 ovos;
100 ml. de óleo;
125 grs. de chocolate em pó;
100 ml de água morna;
300 grs. de farinha de trigo;
3 c. (de chá) de fermento em pó;
1 frasco de doce de morango;
açúcar em pó q.b.

Preparação:
Bata as claras em castelo firme e reserve.
Bata as gemas com o açúcar até obter um creme homogéneo e, aos poucos, vá adicionando os restantes ingredientes, batendo sempre entre cada adição.
Por último, adicione a farinha peneirada com o fermento, mexendo bem.
Delicadamente, envolva as claras na massa do chiffon.
Unte generosamente uma forma com buraco e polvilhe com farinha.
Entretanto, amorne o doce de morango para ficar menos espesso.
Verta a massa do chiffon para a forma e deite colheradas do doce por cima.
Leve ao forno pré-aquecido a 170º durante 45 minutos.
Quando o bolo estiver cozido, desligue o forno, mas mantenha-o lá dentro por mais 10 minutos.
Depois de desenformar, pode polvilhar com açúcar em pó.
Deixe arrefecer antes de servir.

Ainda o Festival da canção

Já há muitos anos não se falava tanto do festival da canção como este ano: não há dúvida que neste ponto os Homens da Luta estão cheios de razão.
(Neste momento está a dar um debate (?) sobre o assunto na RTP, mas a tv do sítio onde estou instalada está no futebol, e eu estou com preguiça de me mudar para outro lado...)

Sobre quem merecia ganhar não faço a mínima ideia, pois não vi o festival (vi apenas 1 ou 2 minutos em que uma rapariga que eu nunca tinha visto parecia estar a gemer).

O que eu acho é que nunca se deviam misturar os tipos de votação (do povo pagante votante em geral e dos especialistas.
Se eu fosse músico e tivesse gasto umas horas da minha vida a ouvir aquelas músicas todas para escolher a melhor, e depois a minha escolha fosse abafada pela da maioria, que nem percebe de música, ficava fula da vida!

Farófias

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Ingredientes:

175 g de açúcar
4 ovos
7,5 dl de leite
1 colher de chá de maizena (amido de milho)
1 casca de limão
canela em pó

Preparação:

Deitei o leite para um tacho, juntei-lhe 125 g do açúcar e a casca do limão. Levei ao lume e deixei ferver.

Bati as claras em castelo, juntei-lhe o resto do açúcar, aos poucos.
Bati até ficarem duras e brilhantes.
Depois é só deitar colheradas de claras no leite que está ao lume (a ferver) e deixar cozer meio minuto de cada lado, e ir virando com a ajuda de um garfo. Retirei com uma escumadeira e deixando escorrer bem.

A seguir, bati as gemas ligeiramente e juntei-lhe o leite que as farófias largaram depois de cozidas. Juntei também a maizena, e mexi. Deitei para um tacho, levei ao lume e mexi sempre até ferver. Retirei.

Este molho é deitado para uma taça e depois colocam-se as farófias por cima. Por fim, polvilha-se com canela, a gosto.

Rapidinha de segunda (vii)

O céu estava a ficar a abarrotar, então São Pedro resolveu fazer um decreto:
Para entrar no céu a pessoa deveria ter passado por um dia terrível no dia da sua morte.

O decreto entrou em vigor imediatamente.
Então, quando a primeira pessoa chegou, São Pedro perguntou:

- Como foi o seu dia, como é que você morreu?
- Já há muito tempo que eu andava desconfiado que a minha mulher me punha os cornos...
Então, resolvi voltar para casa mais cedo e apanhá-la em flagrante.
Quando cheguei ao meu apartamento, que fica no 25.º andar, minha mulher estava enrolada numa toalha, muito nervosa, e agindo de uma forma suspeita...
Comecei a procurar em todos os cantos da casa debaixo da cama, dentro do guarda-roupa... mas não encontrei ninguém. Eu já estava para desistir de procurar, quando olhei para a varanda e vi um artista pendurado no corrimão.
Transtornado, peguei na vassoura e comecei a bater nas mão dele, até que ele se soltou e caiu do 25.º andar.
Mas por infelicidade minha, ele caiu sobre um toldo que amorteceu a queda e não morreu.
Fiquei com tanta raiva que peguei no que tinha de mais pesado dentro de casa, que era o frigorífrico, e atirei-o em cima dele.
Só que eu emocionei-me tanto que tive um ataque do coração e morri.
- Realmente o seu dia foi terrível! - disse São Pedro - pode entrar

Cinco minutos depois chegou o segundo candidato à entrada ao céu.
E São Pedro perguntou:
- Como foi o seu dia, como é que você morreu?
- Bem, eu estava a fazer os meus exercícios diários na varanda do meu apartamento, no 26.º andar, quando escorreguei e caí.
Por sorte, consegui segurar-me ao corrimão do apartamento abaixo do meu...
Já estava quase a conseguir levantar-me, quando apareceu uma
mulher enrolada numa toalha e um maluco começou a bater nas minhas mãos com um cabo de vassoura, então caí.
Mas como um toldo amorteceu a minha queda, não morri.
E lá estava eu todo dorido tentando levantar-me, quando o mesmo maluco atirou um frigorífrico em cima de mim.

São Pedro começou a rir e disse:
- Já entendi tudo. Pode entrar!

Depois de mais cinco minutos, chegou o terceiro candidato. E como de costume, São Pedro perguntou-lhe:
- Como foi o seu dia, como é que você morreu?

E o rapaz, meio tonto, respondeu:
- Olhe, o senhor nem vai acreditar... eu estava escondido dentro de um frigorífico, e até agora não percebi o que me aconteceu.

Gerações

Faz hoje anos que o meu marido regressou de Angola, de cumprir o serviço militar.
Naquela altura não havia geração à rasca, muito menos geração rasca.

Naquela altura houve uma geração que não teve escolha: aos 20 anos viam a sua vida interrompida: emprego, faculdade ou família, tinham de largar tudo e partir para uma guerra de onde muitos voltaram estropiados e outros nem voltaram.

Por isso me custa ouvir hoje tantas queixas. Muitas com razão, mas muitas também de jovens que apenas são comodistas...

Taça de leite condensado com amêndoa

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Esta é uma daquelas sobremesas que se faz num instante (mas devem fazer de véspera) e que até uma criança é capaz de fazer...
Também tem a vantagem de ser um aproveitador de claras, que costumo sempre congeladar quando gasto só gemas.

Ingredientes:

2 pacotes de natas (4 dl)
4 claras
1 lata de leite condensado cozido
200 g de palitos la reine
100 g de miolo de amêndoa, laminado e torrado
café açucarado

Preparação:

Bati as natas em chantilli e juntei-lhe o leite condensado. Mexi bem até ficar um creme homogéneo.
Numa tigela à parte, bati as claras em castelo bem firme e misturei ao preparado anterior, envolvendo suavemente.

Demolhei os palitos na reine no café (fiz café instantâneo e não pus açúcar).
Numa taça, coloquei alternadamente camadas de bolacha embebida em café e de creme.
Polvilhei abundantemente com a amêndoa e levei ao frigorífico até ao dia seguinte.

receita da Teleculinária Gold de Março de 2011

Bravo, Público!

O jornal Público vai passar a ler os comentários antes de os publicar, com certeza para impedirem comentários que são autênticos vómitos de gente mal formada e mal amada e sem nada de útil para fazer na vida.

Aposto que vai aparecer gente a dizer que isto é censura e outras tretas tais. A essas pessoas só gostava de perguntar se, caso lhes morresse um familiar, gostariam de o ver insultado em comentários de jornais...

A canalha gentinha que escreve barbaridades em comentários de jornais, não merece ver isso publicado; as pessoas normais não merecem ler essas coisas.

Agora só falta que outros jornais sigam este bom exemplo.

Políticos nojentos - parte 2

Agora é a vez da política internacional:
Um dia, Khadafi era um herói, um líder incontestado do seu país.
As suas maluqueiras eram vistas como excentricidades e ninguém as criticava.

Eu percebo que a diplomacia internacional não pode ignorar completamente um país(e ainda mais em relação a este, que tem petróleo).

Mas é preciso serem amigos quase íntimos? De visitar tendas e assistir a festas?

Todos nós, na nossa vida, nos relacionamos com pessoas de quem não gostamos lá muito, mas se são colegas ou não as podemos evitar, temos mesmo de o fazer.
Chama-se a isso diplomacia e é necessária para não andarmos todos à batatada...

Mas vamos convidá-las para nossa casa, ou aceitar os seus convites?
Isso chamar-se-ia hipocrisia, essa caraterística tão querida dos políticos.

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