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Fábulas

Fábulas

Queijadas de Laranja



Ingredientes:

5 dl. de leite;
1 c. (de sopa) de manteiga;
200 grs. de açúcar;
100 grs. de farinha;
4 ovos;
raspa e sumo de 1 laranja

Preparação:

Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte as formas com manteiga (e polvilhe-as com açúcar, se desejar).
Aqueça o leite com a manteiga.
À parte, misture o açúcar com a farinha, os ovos, a raspa e o sumo de laranja.
Junte o leite quente ao preparado e distribua pelas formas.
Leve-as ao forno cerca de 30 minutos.
Retire-as depois de cozidas e deixe arrefecer.
Desenforme as queijadas e sirva após terem arrefecido completamente.

Nota: fiz apenas metade da receita, o que resultou em 9 queijadas.

Gelado de caramelo



Ingredientes:

150 g de açúcar
meio decilitro de água
3 gemas
4 decilitros de natas frescas (2 pacotes)

Preparação:

Levar o açúcar ao lume com a água.
Quando começar a dourar, isto é, a chegar ao ponto de caramelo, retirar imediatamente o tacho do lume.
Juntar 2 ou 3 colheres de natas e mexer bem.
Bater as gemas e juntá-las com cuidado ao caramelo ainda quente. Bater mais um pouco.
Colocar este creme uns minutos no congelador, até ficar bem frio.

À parte, bater as natas restantes e misturá-las com o creme de caramelo..
Colocar o preparado na sorveteira e seguir as instruções da mesma.
Se não tiver máquina de gelados, colocar o preparado num recipiente plástico e levar ao congelador.

Notas:

Eu não tenho sorveteira, pus só no congelador e ficou muito bom.
Ao servir, decorei com chocolate derretido.

Receita da Notícias Magazine de 03/10/2010

Rapidinha de segunda (xiv)

A Lurdes era muito religiosa e cumpria os mandamentos de Deus.
Casou-se e teve 11 filhos. Depois o marido morreu.
Passado pouco tempo, voltou a casar. Teve mais 10 filhos. Depois o segundo marido morre.

Cinco semanas mais tarde, a Lurdes morre.

No funeral, o padre, olhando a defunta no caixão, comenta:

"Ahh.. finalmente juntos".

Uma velhota que se encontrava perto perguntou:
"Desculpe padre.. mas quando diz finalmente juntos, refere-se à defunta e o seu primeiro marido, ou à defunta e o seu segundo marido?"

"Refiro-me aos joelhos da Lurdes..."

Muffins de limão



Ingredientes:

125 gramas de manteiga sem sal
125 gramas de açúcar
raspa de 2 limões
2 ovos
60 ml de sumo de limão
125 gramas de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento

Preparação:

Aquecer o forno a 180º.
Bater a manteiga com o açúcar até ficar um creme calro e fofo e juntar a raspa dos limões.
Acrescentar os ovos, um a um, batendo bem.

Juntar depois o sumo de limão e a farinha peneirada com o fermento, e misturar.

Dividir a massa pelas formas (sem encher). Levar ao forno cerca de 20 minutos.
Retirar e deixar arrefecer sobre uma grade.
Dá para 12 muffins.

Notas: são muito bons! Tirei esta receita de um blog, mas foi há muito tempo e não faço ideia de onde foi. Se aparecer por aqui o autor ou autora, que se acuse, pode ser?

Não se deve matar o mensageiro,

mas às vezes até apetece.
Eu tenho uma teoria que, aposto, ia mudar a situação em Portugal (se não a económica, pelo menos a anímica melhorava), que era que os jornais se calassem durante 1 ano.

Os jornalistas (ou pelo menos a maioria) parece que se congratulam quando as notícias são más, numa espécie de "quanto pior, melhor".
Hoje o resgate de Portugal já ia nos 100 mil milhões, depois de ter estado noticiado muito tempo que seriam 80 mil.
Afinal, são "só" 78!
E, pareceu-me que, tanto o Rodrigo Guedes de Carvalho como o comentador convidado - que não sei como se chama - estavam tristíssimos com a (boa)notícia.

Piores que os jornalistas, só alguns comentadores de serviço, como o Ricardo Costa ou o Miguel Sousa Tavares...

Quantas vezes têm ultimamente lido ou ouvido uma boa notícia?
Não há, ou não saem porque não vendem?

E calo-me por aqui, não vou falar ainda do mau português, escrito e falado (todos dizem "de encontro" quando queriam dizer "ao encontro") e das notícias mal dadas ou mal explicadas.

Nem de propósito, acabei de receber este mail, que passo a transcrever:

Eu conheço um país que em 30 anos passou de uma das piores taxas de mortalidade infantil (80 por mil) para a quarta mais baixa taxa a nível mundial (3 por mil).
Que em oito anos construiu o segundo mais importante registo europeu de dadores de medula óssea, indispensável no combate às doenças leucémicas.
Que é líder mundial no transplante de fígado e está em segundo lugar no transplante de rins.
Que é líder mundial na aplicação de implantes imediatos e próteses dentárias fixas para desdentados totais.
Eu conheço um país que tem uma empresa que desenvolveu um software para eliminação do papel enquanto suporte do registo clínico nos hospitais (Alert), outra que é uma das maiores empresas ibéricas na informatização de farmácias (Glint) e outra que inventou o primeiro antiepilético de raiz portuguesa (Bial).
Eu conheço um país que é líder mundial no sector da energia renovável e o quarto maior produtor de energia eólica do mundo, que também está a constuir o maior plano de barragens(dez)a nível europeu(EDP).
Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o primeiro sistema mundial de pagamentos pré-pagos para telemóveis(PT), que é líder mundial em software de identificação (NDrive), que tem uma empresa que corrige e detecta as falhas do sistema informático da Nasa (Critical)e que tem a melhor incubadora de empresas do mundo (Instituto Pedro Nunes da Universidade de Coimbra).
Eu conheço um país que calça cem milhões de pessoas em todo o mundo e que produz o segundo calçado mais caro a nível planetário, logo a seguir ao italiano.
E que fabrica lençóis inovadores, com diferentes odores e propriedades anti-germes, onde dormem, por exemplo, 30 milhões de americanos.
Eu conheço um país que é o «state of art» nos moldes de plástico e líder mundial de tecnologia de transformadores de energia (Efacec) e que revolucionou o conceito do papel higiénico (Renova).
Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial e que desenvolveu um sistema inovador de pagar nas portagens das auto-estradas (Via Verde).
Eu conheço um país que revolucionou o sector da distribuição, que ganha prémios pela construção de centros comerciais noutros países (Sonae Sierra) e que lidera destacadíssimo o sector do «hard-discount» na Polónia (Jerónimo Martins).
Eu conheço um país que fabrica os fatos de banho que pulverizaram recordes nos Jogos Olímpicos de Pequim, que vestiu dez das selecções hípicas que estiveram nesses Jogos, que é o maior produtor mundial de caiaques para desporto, que tem uma das melhores selecções de futebol do mundo, o melhor treinador do planeta (José Mourinho) e um dos melhores jogadores (Cristiano Ronaldo).
Eu conheço um país que tem um Prémio Nobel da Literatura (José Saramago), uma das mais notáveis intérpretes de Mozart (Maria João Pires) e vários pintores e escultores reconhecidos internacionalmente (Paula Rego, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, João Cutileiro).

Este país é Portugal.

Rapidinha de segunda (xiii)

(e porque ontem foi dia da mãe...)

Uma mulher leva um bebé ao consultório do pediatra.

Depois de alguns momentos de espera na sala, a enfermeira manda-a entrar.
Feita a apresentação, o médico começa a examinar o bebé e vê que o seu peso está abaixo do normal e pergunta:
- O bebé bebe leite materno ou de biberão?
- Leite materno, diz a senhora.
- Por favor, mostre-me os seus seios.
A mulher obedece e o médico toca, apalpa, aperta ambos os seios; gira os dedos nos mamilos; primeiro suavemente, depois com mais força, coloca as mãos por baixo e levanta-os; uma vez, duas vezes; três vezes, num exame detalhado.
Faz um beicinho, sacode a cabeça para ambos os lados e diz:
- Pode colocar a blusa.
Depois da senhora estar novamente composta o médico diz:
- É claro que o bebé tem peso a menos. A senhora não tem leite nenhum.
- Eu sei, doutor. Eu sou a avó. Mas adorei ter vindo...!

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