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Fábulas

Fábulas

Fábula moderna

Era uma vez um rei que queria pescar.
Ele chamou o seu meteorologista e pediu-lhe a previsão do tempo para as próximas horas.
Este assegurou-lhe que não iria chover.

A noiva do monarca vivia perto de onde ele iria e colocou sua roupa mais elegante para acompanhá-lo.

No caminho, ele encontrou um camponês montando seu burro que viu o rei e disse:
"Majestade, é melhor o senhorregressar ao palácio porque vai chover muito".

O rei ficou pensativo e respondeu:
"Eu tenho um meteorologista, muito bem pago, que me disse o contrário. Vou seguir em frente".
E assim fez.

Choveu torrencialmente.
O rei ficou encharcado e a noiva riu-se dele ao vê-lo naquele estado.
Furioso, o rei voltou para o palácio e despediu o meteorologista.
Em seguida, convocou o camponês e ofereceu-lhe emprego.

O camponês disse:
"Senhor, eu não entendo nada disso.Mas, se as orelhas do meu burro ficam caídas, significa que vai chover".

Então, o rei contratou o burro...

Desde então, eis a razão de burros ocuparem as posições mais bem pagas em qualquer governo.

Coisa feia


invocar o nome de alguém em vão...
Pior ainda: dar o meu nome ao Paulo Portas!

Os meus advogados (adoro esta expressão, há pessoas que têm advogados - no plural - como quem tem médico de família!) já foram alertados, isto não vai ficar assim!

Estatísticas

Sempre achei as estatísticas muito dúbias: é aquela história da família que come 2 frangos por semana e dos vizinhos que não comem nenhum e a média, para estatística, dá 1 frango por família (o que não é verdade nem para uns nem para outros).

Mas hoje recebi um mail com umas estatísticas muito engraçadas!
Vou começar por esta:

Obrigada!

Está quase, quase a acabar, mas hoje tivemos um dia de sorna graças aos nossos (agora) amigos espanhóis...

Por isso achei muito bem que Maria Cavaco Silva oferecesse "Bolo raínha" à Sra dona Sofia de Espanha.

Também devemos alguns agradecimentos a este senhor,
que afinal foi quem esteve no cerne da coisa.

A esmola

Depois de ter ganho as eleições, o primeiro ministro ia a passar numa rua de Lisboa, com a mãe.
Precisamente nessa rua, estava um cego, a pedir.
Então, a mãe do primeiro-ministro puxou de uma nota de 50 Euros, e deu ao cego.

Espantado, o primeiro-ministro, interpelou à mãe:
- Ó mãe! Então! Você foi dar 50 Euros a um cego?
Respondeu-lhe a mãe:
-Tu, está mas é calado!
Se não fossem os cegos, tu hoje não eras primeiro-ministro!

Rapidinha de sábado

O presidente do Futebol Clube do Porto, Pinto da Costa, foi visitar uma turma da 4.ª classe.
À sua chegada, durante uma discussão acerca das palavras e dos seus significados, a professora perguntou ao Pinto da Costa se ele não queria participar no debate sobre o significado da palavra"TRAGÉDIA".

Então, o grande poliglota pediu aos meninos que lhe dessem um exemplo de uma tragédia.
Houve um menino que levantou a mão e disse:
- Se um amigo meu fosse atravessar a rua e um carro o atropelasse, isso era uma tragédia.
- Não! (disse o presidente) Isso seria um acidente!
Então, um menino levantou-se e disse:
- Se um autocarro da escola cair num precipício e morrer toda a gente, isso é uma tragédia, não é?
- Lamento, mas não! (disse Pinto da Costa). A isso devemos chamar uma grande perda.

Fez-se um grande silêncio na sala de aula.
Mais nenhum aluno sabia dar um exemplo de tragédia.
O Pinto da Costa provocou-os, dizendo:
- Então... não há ninguém nesta sala que me consiga dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, um puto do fundo da sala levanta o braço e diz:
- Se o Futebol Clube do Porto fosse de avião jogar no estrangeiro, transportando o presidente e toda a equipa, e fosse destruído por um míssil, desfazendo-o em bocadinhos, isso seria uma tragédia.

- Fantástico! (disse o presidente) Está certíssimo! Podes então dizer aos teus colegas porque era isso uma tragédia ?
- Sim! (respondeu o puto) Em primeiro lugar, porque não era nenhum acidente. E em segundo lugar, porque também não era uma grande perda!!!...

Rapidinha de sexta

- Doutor, tenho tido ataques de soluços, que não me deixam viver.
Não durmo, não como, e tenho dores no corpo de tanto movimento compulsivo involuntário.
O doutor disse-lhe:
- Tenha calma, irmã, que vou examiná-la.

O médico examina-a e diz:
- Irmã, a senhora está grávida.
A pobre freira levanta-se e sai correndo do consultório, em pânico.

Uma hora depois, o médico recebe uma chamada da madre superiora do convento:
- Doutor, o que é que o senhor disse à irmã Carmem?
- Cara madre superiora, como ela tinha um forte ataque de soluços, eu disse que ela estava grávida.
Espero que com o susto ela tenha parado de soluçar!
- Sim, a irmã Carmem parou de soluçar, mas o padre Paulo atirou-se da torre da igreja!!!

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